O Transtorno da hipercriatividade e seus sintomas

O Transtorno da hipercriatividade e seus sintomas
Eu tenho este transtorno:

O Transtorno da hipercriatividade e seus sintomas


Leonardo_da_Vinci
Youtube, orkut, msn e word abertos no computador ao mesmo tempo. O telefone toca. Todos os afazeres anteriores se somam a uma conversa ao telefone. Começa seu programa favorito. Agora você assiste tv, fala ao telefone, pensa no seu próximo artigo, tecla no msn, checa seu orkut e procura vídeos interessantes no Youtube. Tudo ao mesmo tempo. No final, você não se lembra direito da conversa do telefone, do que falou no msn, os recados que leu no Orkut e o que estava procurando no Youtube. Parece impossível? É mais comum do que se imagina.
Mais recorrente em homens, mas mulheres não são excluídas. O nome é DDA, também conhecido como TDAH – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Antigamente acreditavam que era um transtorno que ocorria apenas até a adolescência, mas esta ideia já caiu. Muitos adultos apresentam TDAH. O nome “transtorno” pode assustar, mas as coisas não são tão assustadoras assim, e pasmem, tem ótimas consequências positivas. Se você se identificou com o que leu no primeiro parágrafo, pode ser portador deste transtorno. Ok, “portador” e “transtorno” são palavras assustadoras, mas calma.
Por que estou falando sobre tudo isso? Bem, no livro Mentes Inquietas, mais especificamente no capítulo 6, a Dra. Ana Beatriz B. Silva explica a questão da criatividade em quem tem DDA. Ela cita gênios como Henry Ford, Mozart, Einstein, Leonardo da Vinci, Van Gogh como DDAs inquestionáveis. Quem conhece um pouco de da Vinci não pode negar sua hiperatividade – terminou a vida com vários projetos inacabados, além de ser uma referência em vários setores. Segundo a autora, o DDA, devido à confusão mental resultante do intenso bombardeio de idéias, “é capaz de entender o mundo sob ângulos habitualmente não explorados”. Por exemplo, quando um DDA pensa em “azul”, ele logo imagina tudo que vem disso – lazer, calma, descanso, paz, natureza, romance, música tranquila, sol, calor etc. Esse pensamento derivativo intensifica o processo criativo. Por isso muitos publicitários, especialmente criativos de plantão, são potencialmente portadores deste transtorno. Mas não é uma regra. Nada é regra.
DDAs são extremamente emotivos, exagerados, apaixonados. Amam fortes emoções, coisas diferentes, novos estímulos. Alegrias e tristezas são sentidas com muita intensidade, sempre. Apesar de perder facilmente a atenção quando algo não lhe interessa, ele é hiperfocado em assuntos de seu interesse, o que aumenta sua produtividade em seu trabalho, se este lhe der prazer. São criativos, espertos e dedicados. As dificuldades e os defeitos que eles enfrentam podem ser amenizadas com atividades relaxantes e nos casos mais graves, medicamentos. Mas nada que assuste. Se você não tem nada a ver com este texto, desculpe. E se você se identificou, CALMA. Não exagere. ;)
Pra finalizar, uma frase do gênio Fernando Pessoa: “O mundo de tão interessante que é, chega a doer, a ranger, a enjoar, a cortar, a roçar… talvez eu sinta demais…”
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Halina Halina Medina, 24, é estagiária de uma multinacional, adora o que faz, mas sonha ser redatora. Apaixonada por publicidade, cães, cinema, ler, escrever, ler e escrever. Gosta de ter a cabeça nas nuvens e os pés no chão. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quartas-feiras.

Fonte: Casa do Galo

Rádio Muda 3 X 1 PF+Anatel

Rádio Muda 3 X 1   PF+Anatel
"Não temos nada a perder, temos tudo."
Sun Tzu

Os Piratas nos atacaram. Seqüestraram nosso timoneiro DJ Computer. Hoje, dia 19/02/2009, às 5 da manhã, doze Piratas Federais (PF) saquearam todos os equipamentos do estúdio da Rádio Muda, rádio livre que funciona há mais de 20 anos em Barão Geraldo, Campinas-SP.
Em uma ação decorrente da "Operação Silêncio", que fechou diversas rádios em todo o país, um bando de 14 homens, 12 agentes federais, 2 chaveiros (um para segurar a chave e outro para rodar?), liderados por um delegado, tomaram de assalto o estúdio a mando da juíza substituta Fernanda Soraia Pacheco Costa. Vandalizaram o estúdio, rasgaram cartazes e confiscaram todos os equipamentos. Não havia nenhum mudeiro no momento da ação sórdida.
A Rádio Muda é uma rádio que não é ilegal, nem legal, é uma rádio livre, pois, assim como inúmeras outras, não possui fins comerciais, não pratica proselitismo religioso nem político partidário, e atua de maneira integrada a sua vizinhança, estabelecendo uma relação de reciprocidade através da qual quem ouve, pode falar, ou seja, todo ouvinte é um emissor em potencial. Espalhadas pelo Brasil e pelo mundo, essas rádios baseiam-se na legitimidade que suas comunidades e vizinhanças lhe conferem. Atuamos com baixa potência e atingimos apenas uma pequena região da cidade de Campinas. Ao invés da legalidade exigida por leis estatais que legitimam um sistema corrupto e viciado de concessão de radiodifusão, a legitimidade deste tipo de prática deve ser protegida como liberdade de expressão e organização local.
Qual é o papel da radiodifusão hoje?
As rádios comerciais, consideradas legais, integram o território nacional a partir de interesses comerciais e culturais homogeneizantes. As rádios livres, consideradas ilegais, permitem que a pluralidade cultural seja livremente expressa. Tudo aquilo que não encontra espaço na lucrativa e monopolizada mídia comercial tem a possibilidade de vazão nos meios geridos pela própria população. Mundialmente a mídia é controlada por 10 conglomerados. 40 empresas estão ligadas direta ou indiretamente a eles. No Brasil, 90% da mídia é controlada por 13 famílias. Em Campinas, a RAC (Rede Anhanguera de Comunicação) controla os principais meios de comunicação da cidade e região. Centenas de rádios não comerciais espalhadas pelo Brasil e pelo mundo atuam no sentido contrário a essa situação de monopólio, reafirmando a capacidade de toda e qualquer pessoa de produzir informação.

Rádio Livre derruba avião?
Um dos principais argumentos contra as rádios livres e de baixa potência é que constituem séria ameaça para tráfego aéreo e a comunicação de emergência. Porém, nunca um acidente aéreo foi causado por este tipo de radiodifusão. Aliás, se fosse fácil assim, com umas mil rádios comunitárias, Sadam Hussein teria vencido a invasão de Bush no Iraque... Será que ele não pensou nisso, ou será que esta informação "técnica" não passa de um mito para velar uma repressão política?
Pra quem não sabe, aviões operam em uma freqüência de rádio acima da freqüência das rádios FM. Para que uma rádio FM interfira nas transmissões aéreas de rádio, é necessário primeiro que o transmissor esteja desregulado e sem filtros. Hoje em dia, é muito comum o uso de transmissores que possuem filtros de harmônicos e filtros passa-faixa, que mesmo não sendo homologados pela Anatel, estão dentro da máscara de transmissão da norma brasileira de radiodifusão, ou seja, que passaram por um teste técnico no qual um analisador de espectro comprova que fora da freqüência de transmissão o sinal é fortemente atenuado, atestando sua precisão e capacidade de não interferência como transmissor. O segundo fator é a potência do transmissor. A prática mostra que as rádios livres funcionam com transmissores de baixa potência (potências altas significam custos altos). Comparados aos transmissores das rádios comerciais, com potências gigantes, não representam perigo de interferência nas comunicações aéreas, mesmo com um transmissor não perfeitamente construído. Quem tem que cuidar da aferição dos seus transmissores potentes são as grandes rádios comerciais, que apresentam altos riscos de interferência na comunicação aérea!

Piratas?

Piratas são as rádios comerciais que querem o ouro!
Não estamos atrás do lucro.

Livre?

O sistema de leis estatais prevê que a organização e concessão do direito de uso para as freqüências de rádio seja realizado por um grupo de pessoas restrito - técnicos, especialistas, políticos e grupos econômicos.
A comunicação livre não reconhece o governo como única entidade capaz de elaborar leis e regras relativos ao funcionamento dos meios de comunicação.
Propomos, através da prática, a apropriação e utilização de qualquer meio de comunicação e tecnologia.
Todas as tecnologias são e deveriam ser consideradas bens universais destinados ao desenvolvimento humano, sua inteligência, afeto e comunicação.
O conhecimento não pode ser aprisionado por leis medíocres que se baseiam em interesses mesquinhos de grupos políticos e econômicos ou mesmo de leis que não comportam a capacidade da população de produzir suas próprias informações, a partir de meios de comunicação geridos coletivamente. Comunicação se realiza diariamente, nos momentos mais cotidianos. Ampliar essa comunicação através de meios que estendem a capacidade de comunicação de uma pessoa ou grupo é uma possibilidade e prática que amplia a democracia e a capacidade das pessoas se comunicarem entre si: falando, ouvindo, produzindo e questionando. A comunicação está em todos nós, muito antes de existirem governos e leis que regulamentassem essa comunicação: livre, intrínseca, potente e transformadora.
Conclamamos todos e todas a produzirem mais e mais meios de comunicação.
Não precisamos nos submeter ao monopólio!
Nesse carnaval, sintonize-se, atue: ações pela mídia livre espalhadas pelo território. Organize outras ações!


A Muda não se cala!!! Voltaremos a transmitir em breve!!

Fonte: Radio Muda

Serra contesta lei que beneficia professores

Serra contesta lei que beneficia professores
O governador de São Paulo, José Serra, ajuizou Ação Direta de Inconstitucionalidade, no Supremo Tribunal Federal, contra a Lei estadual 10.893/2001, que obriga o governo paulista a implantar o Programa Estadual de Saúde Vocal. O objetivo da lei é prevenir disfonias em professores da rede estadual de ensino.
Serra alega que a lei usurpa competência privativa do governador de propor leis que disponham sobre matéria da administração. Portanto, a lei teria violado o disposto no artigo 84, inciso VI, letra a, da Constituição Federal, nos termos da Emenda Constitucional 32/01, bem como dispositivos da Constituição paulista, nos termos da Emenda 21/2006.
Dispõe a Emenda 21 à Constituição estadual, em seu artigo 24, parágrafo 2º, que compete exclusivamente ao governador a iniciativa das leis sobre a criação e extinção das Secretarias de Estado e órgãos da administração pública”. E, de acordo com o artigo 47, inciso XIX, letra a, compete-lhe também dispor, mediante decreto, sobre “a organização e funcionamento da administração estadual, quando não implicar aumento de despesa, nem criação ou extinção de órgãos públicos”.
Veto
O governador lembra, na fundamentação da ADI, que, em 19 de setembro de 2001, a Assembléia Legislativa paulista rejeitou parcialmente o veto total oposto pelo então governador ao Projeto de Lei 497/98, de iniciativa parlamentar, que propunha a criação do programa. Em conseqüência, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo promulgou seu texto na Lei 10.983, de 28 de setembro de 2001.
Serra lembra também que, naquela oportunidade, o governo paulista sustentou que “a instituição de programas envolvendo órgãos, servidores e recursos do Estado constitui matéria de cunho administrativo, por abranger aspectos de ordem técnica e operacional, cujo equacionamento e execução pressupõem a observância das prioridades estabelecidas pelo governo, em consonância com seus critérios de planejamento”.
A lei e os argumentos
A lei questionada dispõe que o Programa Estadual de Saúde Vocal deverá abranger assistência preventiva, por meio de convênio entre as Secretarias estaduais de Educação e Saúde. E, ainda, que deve ter pelo menos um curso teórico anual para orientar os profissionais sobre o uso adequado da voz.
Dispõe também que, apesar de o caráter do programa ser preventivo, o professor da rede estadual, se tiver detectada alguma disfonia, terá garantido tratamento fonoaudiológico e médico, correndo as despesas à conta de dotações orçamentárias do item seguridade social.
Segundo o governador paulista, “não é difícil perceber que diplomas legais similares ao que ora se examina interferem profundamente na organização e funcionamento da Administração Pública, que se vê compelida a mobilizar recursos administrativos e financeiros para o desenvolvimento de atividades via de regra meritórias, mas que nem sempre constam das prioridades governamentais”.
Em sua fundamentação, Serra cita jurisprudência do STF. Segundo ele, no julgamento da ADI 2.799, relatada pelo ministro Marco Aurélio, a Corte, por unanimidade, suspendeu a Lei 11.065/2001, do Rio Grande do Sul, que havia criado o Programa de Desenvolvimento Estadual do Cultivo e Aproveitamento da Cana-de-Açúcar e seus derivados (Prodecana).
ADI 4.211
Fonte: Conjur

Governadores dos EUA pedem fim da pena de morte

Governadores dos EUA pedem fim da pena de morte





Por Claudio Julio Tognolli


Nova moda nos Estados Unidos: governadores que antigamente se opunham à pena capital por motivos humanitários agora pedem o fim pena de morte em seus estados por razões estritamente econômicas. Quem puxa o coro é o governador Martin O’Malley, de Maryland, que é cristão e militante do Partido Democrata. Segundo o The New York Times, os argumentos de O’Malley baseiam-se num estudo objetivo sobre os valores envolvidos na consecução judiciária da pena capital — que no estado de Maryland pode custar até três vezes mais que condenações à prisão perpétua.
“Não podemos mais pagar pela pena de morte quando há formas melhores e mais baratas para reduzir o crime”, proclama o governador.
Depois das recentes declarações de Martin O’Mailey sobre o tema, deputados e magistrados dos estados de Colorado, Kansas, Nebraska e New Hampshire passaram a defender o fim da pena capital nesses estados, igualmente sob argumentos de corte de gastos. Analistas avaliam que a novidade tem boas chances de ser aprovada nos estados de Maryland, Montana e Novo México.
A pena de morte é prática corrente: dados divulgados pela Anistia Internacional, com sede em Londres, mostram que, no ano de 2005, 2.148 pessoas foram executadas em 22 países, 94% delas na China, Irã, Arábia Saudita e nos EUA. Também em 2005 um grupo de 5.186 pessoas foram sentenciadas à morte em 53 países.
Nos últimos 30 anos ocorreram 1.060 execuções nos Estados Unidos. Depois de retomada a pena, em 1976, o primeiro executado foi Gary Gilmore, que enfrentou um pelotão de fuzilamento no estado de Utah em 17 de janeiro de 1977. O Texas bate o recorde nacional de execuções nos Estados Unidos: em 2008 esse estado executou seu 381º prisioneiro, desde 1976. Para conhecer o quadro de execuções no mundo até 2006, clique aqui.
Nos EUA o governador do Novo México, Bill Richardson, um clássico defensor da pena capital, também se reposicionou sobre o tema. E agora admite estar na luta para abolir a pena de morte em seu estado.
Em Maryland, desde 1978, quando a pena foi ali reinstalada, promotores buscaram a pena capital contra 162 homicidas, e a obtiveram em 56 casos, cuja maioria acabou não levando os acusados à morte. De todo esse numerário, cinco pessoas foram executadas nesse estado e outras cinco estão na “fila da morte”. O gráfico dos custos, publicado pelo The New York Times, que pode ser visualizado aqui.
O resumo mostra que, entre 1978 e 1999, ainda em Maryland, ocorreram 1.227 homicídios em que os acusados eram potencias candidatos à pena capital. Quando a pena de morte não é buscada pelos promotores, as custas judiciais dos homicídios foram: US$ 158 mil pelos julgamentos, US$ 83 mil em recursos ajuizados pelo estado e US$ 862 mil em custos de manutenção carcerária, o que totalizou US$ 1,1 milhão. No mesmo processo, com as mesmas etapas, a busca, sem sucesso, pela pena de morte, custou US$ 1,8 milhão. Tais etapas, em caso da obtenção da pena de morte, custaram US$ 3 milhões. Mesmo assim, vale lembrar só cinco pessoas foram executadas desde 1978.
No mês passado, seguindo a onda, a senadora Carolyn McGinn, do estado do Kansas, apresentou projeto de lei pelo qual o estado não mais executará, após julho de 2009, condenados à morte. Motivo: ela alega que o Kansas teve um corte de US$ 200 milhões em sua dotação orçamentária — e que o corte da pena de morte economizaria pelo menos US$ 500 mil.
Analistas dizem que tais cortes seriam ineficientes, alegando que os gastos iriam para a manutenção de custas do aparato do parquet e das investigações tocadas por promotores. O estado do Colorado quer, ainda esta semana, aprovar lei que corta a pena de morte e, com a consequente economia de verba, criar uma unidade para investigar 1,4 mil homicídios não esclarecidos naquele estado.
Alguns deputados creem que libertar os presos chamados de “baixo risco”, 90 dias antes do término de suas penas, também economizaria dinheiro, na ordem de US$ 50 milhões, em todos os EUA.

Fonte: Conjur

Frases de boléia de caminhão

Frases de boléia de caminhão
001. Beijo é igual ferro elétrico: liga em cima e esquenta embaixo.
002. Não mando minha sogra pro inferno porque tenho dó do diabo.
003. A velocidade que emociona é a mesma que mata.
004. Um falso amigo é um inimigo secreto.
005. Quem ama a rosa suporta os espinhos.
006. Se casamento fosse bom, não precisaria de testemunhas.
007. Preguiça é o habito de descansar antes de estar cansado.
008. Direito tem quem direito anda.
009. Mulher é como índio: pinta-se quando quer "briga".
010. Por que ficar de braços cruzados se o maior homem morreu de braços abertos??
011. Para que um olho não invejasse o outro, Deus colocou o nariz no meio!!
012. O amor é livre; o sexo é pago.
013. 70 me passar, passe 100 atrapalhar.
014. Quando homem valer dinheiro, baixinho serve de troco.
015. Sogro rico e porco gordo só dão lucro quando morrem.
016. Não sou detetive, mas só ando na pista.
017. Cada ovo comido é um pinto perdido.
018. Cana na fazenda dá pinga; pinga na cidade dá cana.
019. Pobre é como cachimbo: só leva fumo!!
020. Mulher é como remédio: agita-se antes de usar.
021. Casei-me com Maria, mas viajo com Mercedez.
022. Se não fosse o otimista, o pessimista nunca saberia como é infeliz.
023. A calúnia é como carvão: quando não queima, suja.
024. A mata é virgem porque o vento é fresco.
025. Em casa que mulher manda até o galo canta fino.
026. Em poço que tem piranha macaco bebe água de canudinho.
027. Mulher é como laranja: a gente descasca e chupa.
028. Seja paciente na estrada para não ser paciente no hospital.
029. Se a mulher foi feita de uma costela, imagine se fosse feita do filé?!
030. Meu computador não conversa, computa.
031. Mulher é como relógio: deu o primeiro defeito, nunca mais anda direito!
032. Se pinga fosse fortificante, o brasileiro seria um gigante.
033. Mulher é como abelha: ou dá mel ou ferroada.
034. Quem inventou o trabalho não tinha o que fazer!
035. Pobre só fica de barriga cheia quando morre afogado.
036. A cal é virgem porque o pincel é brocha.
037. Não sou orquestra, mas vivo no conserto.
038. Mais valem as lagrimas da derrota do que a vergonha de não ter lutado.
039. Mulher deixa o rico sem dinheiro e o pobre sem vergonha.
040. Mulher feia e morcego só saem à noite.
041. Beijo de mulher casada tem gosto de chumbo.
042. O bom não é ser importante: o importante é ser bom!!
043. Duas coisas matam de repente: vento pelas costas e a sogra pela frente.
044. Aqui jaz a minha sogra: descanso em paz!
045. Sou grande porque respeito os pequenos.
046. Mulher é como lona de freio: só é boa encostada.
047. Mulher e árvore só dão galho.
048. Aqui jaz a minha sogra que viveu enchendo a paciência, não tendo mais o que encher, veio encher esse buraco.
049. Malandro é o sapo que casa e leva a mulher prá morar no brejo.
050. Pra quem sabe ler, um pingo é letra...!
051. Motorista é igual bezerro: só dorme apertado.
052. O sol nasce para todos; a sombra para quem merece.
053. Mulher é como retrato, só se revela no escuro.
054. O cigarro adverte: o governo é prejudicial à saúde.
055. Mulher é como toalha; quanto mais enxuta, melhor.
056. Não vou bem como quero nem mal como pensam.
057. Alegria de poste é estar no mato sem cachorro.
058. Rico tem veia poética; pobre tem varizes.
059. Dinheiro de pobre parece sabão; quando pega, escorrega da mão.
060. Chifre é igual dentadura: demora, mas acostuma.
061. Mulher é como lata de sardinha: se abrir, leva.
062. Um Dodge gemendo, uma prestação vencendo.
063. Pobre é igual disco de embreagem: quanto mais trabalha, mais liso fica.
064. Mulher é igual alça de caixão: quando um larga vem, outro e põe a mão.
065. Campo de concentração é o melhor regime: não há ninguém gordinho.
066. Quem madruga muito fica com sono o dia inteiro.
067. Nosso amor virou cinzas porque nosso passado foi fogo.
068. Três eixos envenenados e um machão invocado.
069. Navio imita tubarão; avião imita gavião; só meu caminhão não tem imitação.
070. Não sou notícia ruim, mas ando muito e depressa.
071. Você prefere duas mulheres ou uma mulher e 1/4?
072. Seja dono de sua boca para não ser escravo de suas palavras!
073. Homem é como basculante: quando velho, não levanta mais.
074. Mulher bonita e dinheiro só vejo na mão dos outros.
075. Mulher é como pizza: só é boa fora de casa!
076. Do Amazonas ao Chuí, só paro para fazer xixi.
077. 60 num bar, 70 sair 100 pagar, aí mando a polícia 20 buscar.
078. Bata na sua mulher; você não sabe por que está batendo, mas ela saberá por que e está apanhando.
079. A terra é virgem porque a minhoca é mole.
080. Dizem que dinheiro é coisa do diabo; mas se quiser ver o diabo, ande sem dinheiro.
081. Deus cura, o médico manda a conta.
082. Quem anda apressado passa por cima do que precisa.
083. Pobre é que nem lombriga: quando sai da merda morre.
084. Coceira na mão de pobre é sarna, na mão de rico é dinheiro.
085. Em casa minha mulher é o governo; minha sogra, o ministro da defesa e eu o ministro da despesa.
086. Duas coisas gostosas: uma embreagem macia e uma mulher carinhosa!
087. Depois que colocaram álcool na gasolina... hic... carro anda soluçando.
088. Sou pobre e feliz: uma das duas é mentira.
089. Costurar é para modista; permaneça na sua faixa.
090. Eduque as crianças e não será preciso punir os homens.
091. Precisa-se de doméstica que entenda de caminhão.
092. Mulher é como horóscopo: nunca dá certo, mas sempre se dá uma olhadinha.
093. Mulher de estrada e freio de mão... só na emergência.
094. Sou um eu a procura de um tu para sermos nós.
095. Malandra é a pulga, que só espera comida na cama!
096. O amor é como a guerra: depois de declarado, não há mais paz.
097. Marido de mulher feia só acorda assustado.
098. Ser canhoto é fácil; difícil é ser direito.
099. Quando teu indicador aponta para teu irmão, há sempre três dedos apontados para ti.
100. Tentei enganar o diabo, ele nem percebeu; fui enganar a mulher, o enganado fui eu!
101. Na estrada da vida, passado é contramão.
102. Pobre só come carne quando morde a língua.
103. Sempre há um pouco de perfume na mão que dá a rosa.
104. Nas curvas da vida, entre devagar...
105. A vida não é um dom... é um empréstimo.
106. Eu sou U 1000 D.
107. Prefiro ser um pai quadrado do que ver minha filha redonda.
108. Ladrão em casa de pobre só leva susto.
109. A felicidade não é um destino aonde chegamos, mas sim uma maneira de viajar.
110. Pobre, quando morre, deixa o anjo da guarda desempregado.
111. O café deve ser: negro como o demônio, quente como o inferno, puro como um anjo e doce como o amor...
112. Cada escola que se abre é uma cadeia que se fecha.
113. Estepe e mulher, é sempre bom ter de reserva.
114. A primeira ilusão do homem começa na chupeta.
115. Escreveu, não leu? Então é burro.
116. Imbecil não tem tédio.
117. O pessimista considera o sol um fazedor de sombras.
118. Casei-me com a cunhada para economizar sogra.
119. O prazer dá o que a sabedoria promete.
120. Carro a álcool... você ainda vai tentar vender um.
121. Farol alto na cara é como mulher gritando no ouvido.

Israel

Israel
Israel



Dezembro 31, 2008 by José Saramago



Não é do melhor augúrio que o futuro presidente dos Estados Unidos venha repetindo uma e outra vez, sem lhe tremer a voz, que manterá com Israel a “relação especial” que liga os dois países, em particular o apoio incondicional que a Casa Branca tem dispensado à política repressiva (repressiva é dizer pouco) com que os governantes (e porque não também os governados?) israelitas não têm feito outra coisa senão martirizar por todos os modos e meios o povo palestino. Se a Barack Obama não lhe repugna tomar o seu chá com verdugos e criminosos de guerra, bom proveito lhe faça, mas não conte com a aprovação da gente honesta. Outros presidentes colegas seus o fizeram antes sem precisarem de outra justificação que a tal “relação especial” com a qual se deu cobertura a quantas ignomínias foram tramadas pelos dois países contra os direitos nacionais dos palestinos.



Ao longo da campanha eleitoral Barack Obama, fosse por vivência pessoal ou por estratégia política, soube dar de si mesmo a imagem de um pai estremoso. Isso me leva a sugerir-lhe que conte esta noite uma história às suas filhas antes de adormecerem, a história de um barco que transportava quatro toneladas de medicamentos para acudir à terrível situação sanitária da população de Gaza e que esse barco, Dignidade era o seu nome, foi destruído por um ataque de forças navais israelitas sob o pretexto de que não tinha autorização para atracar nas suas costas (julgava eu, afinal ignorante, que as costas de Gaza eram palestinas…) E não se surpreenda se uma das suas filhas, ou as duas em coro, lhe disserem: “Não te canses, papá, já sabemos o que é uma relação especial, chama-se cumplicidade no crime”.






Os cadáveres de cinco irmãs palestinas de 4 a 17 anos mortas no bombardeamento nocturno israelita a uma mesquita do campo de refugiados de Yabalia jazem na morgue de um hospital

Agencia France Press - Publicada en El País - 27-12-2008

Fonte

BLOQUEIO E ATAQUES DE ISRAEL

BLOQUEIO E ATAQUES DE ISRAEL




Internacional| 28/12/2008 | Copyleft

BLOQUEIO E ATAQUES DE ISRAEL



Se Gaza cair, Cisjordânia cairá depois



O que está acontecendo em Gaza, ante nossos olhos, é a destruição de toda uma sociedade e nenhum clamor se ouve, além dos avisos da Organização das Nações Unidas (ONU), que são ignorados pela comunidade internacional. Com o bloqueio praticado por Israel, população da região (cerca da metade é composta por crianças) está sem alimentos e remédios. A análise é de Sara Roy, professora do Harvard's Center for Middle Eastern Studies.



Sara Roy (*)



O sítio de Gaza, por Israel, começou em 5 de novembro, um dia depois de Israel ter atacado a Faixa, ataque feito sem possibilidade de dúvida para pôr fim à trégua estabelecida em junho entre Israel e o Hamás. Embora os dois lados tenham violado antes o acordo, nunca antes acontecera qualquer violação em tão grande escala. O Hamás respondeu com foguetes, e desde então a violência não recrudesceu.



Com o sítio, Israel visa a dois principais objetivos. Um, reforçar a idéia de que os palestinos são problema exclusivamente humanitário, como pedintes, mendigos sem qualquer identidade política e, portanto, sem reivindicações políticas. Segundo, impingir a questão de Gaza, ao Egito.



Por isso, os israelenses toleram as centenas de túneis que há entre Gaza e o Egito, pelos quais começou a formar-se um setor comercial informal, embora cada vez mais regulado. A muito grande maioria dos habitantes da Faixa de Gaza vive em condições de miséria, com 49,1%, estatísticas oficiais, de desempregados. De fato, os habitantes de Gaza já sabem que está desaparecendo rapidamente, para todos, qualquer possibilidade real de emprego.



Dia 5/11, o governo de Israel fechou todas as vias de entrada e saída de Gaza. Comida, remédios, combustível, peças de reposição para as redes de energia, água e esgoto, adubo, embalagens, telefones, papel, cola, calçados e até copos e xícaras não entram nos territórios ocupados em quantidade suficiente, ou absolutamente não há.



Conforme relatórios da Oxfam, apenas 137 caminhões com alimentos entraram em Gaza no mês de novembro de 2008. Em média, 4,6 caminhões/dia; em outubro de 2008, entraram em média 123; em dezembro de 2005, 564. As duas principais organizações que levam comida a Gaza são a UNRWA, Agência de Ajuda Humanitária da ONU para os Refugiados Palestinos e o Oriente Médio; e a WFP, "Programa Alimento para o Mundo". A UNRWA alimenta aproximadamente 750 mil palestinos em Gaza (cerca de 15 caminhões/dia de alimentos). Entre 5/11 e 30/11, só chegaram 23 caminhões, cerca de 6% do mínimo indispensável; na semana de 30/11, chegaram 12 caminhões, 11% do mínimo indispensável.



Durante três dias, em novembro, a UNRWA esteve totalmente desabastecida e 20 mil pessoas não receberam a única comida com que contam para matar a fome. Nas palavras de John Ging, diretor da UNRWA em Gaza, praticamente todos os atendidos pela organização dependem completamente do que recebem, seu único alimento. Dia 18/12, a UNRWA suspendeu completamente a distribuição de alimento, dos programas regulares e dos programas de emergência, por causa do bloqueio israelense.



A WFP enfrenta problemas semelhantes; conseguiu enviar apenas 35 caminhões, dos 190 previstos para atender as necessidades da Faixa de Gaza até o início de fevereiro de 2009 (mais seis caminhões conseguiram chegar a Gaza, entre 30/11 e 6/12). E não é só: a WFP é obrigada a pagar pelo armazenamento dos alimentos que não podem ser enviados a Gaza. Só em novembro, pagou 215 mil dólares. Se Israel mantiver o sítio a Gaza, a WFP terá de pagar mais 150 mil dólares pelo armazenamento dos alimentos, no mês de dezembro, dinheiro que deveria ser usado para auxiliar os palestinos, mas está entrando nos cofres de empresas israelenses de armazenamento.



A maioria das padarias comerciais em Gaza (30, de 47) foi obrigada a fechar as portas por falta de gás de cozinha. As famílias estão usando qualquer tipo de combustível que encontrem, para cozinhar. Como a FAO/ONU já informou, o gás é indispensável para manter aquecidos os criadouros de aves. A falta de gás e de rações, já levou à morte milhares de galinhas e frangos. Em abril, conforme a FAO, já praticamente não haverá galinhas e frangos em Gaza e para 70% dos palestinos, carne e ovos de galinha são a única fonte de proteína.



Bancos, impedidos por Israel de operar nos territórios ocupados, fecharam as portas dia 4/12. Num deles há um aviso, em que se lê: "Por decisão da Autoridade das Finanças na Palestina, o banco permanecerá fechado hoje, 4/12/2008, 5ª-feira, por falta de numerário. O banco só reabrirá quando voltar a receber moeda."



O Banco Mundial já antecipara que o sistema bancário em Gaza entraria em colapso se as restrições continuassem. Todo o fluxo de dinheiro para os programas foi suspenso, e a UNRWA suspendeu a assistência financeira a outros subprogramas, para os mais necessitados, dia 19/11. Também está paralisada a produção de livros didáticos e cadernos, porque não há papel, tinta de impressão e cola, em Gaza. Com isso, 200 mil estudantes serão afetados, ano que vem, no início das aulas.



Dia 11/12, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, enviou 25 milhões de dólares para o sistema bancário na Palestina, depois de um apelo do primeiro-ministro palestinense, Salaam Fayad; foi a primeira remessa, desde outubro. Não bastará nem para pagar o mês de salários atrasados dos 77 mil funcionários públicos de Gaza.



Dia 13/11, foi suspensa a operação da única estação de energia elétrica que opera em Gaza; as turbinas foram desligadas por absoluta falta de diesel industrial. As duas turbinas movidas a bateria 'caíram' e não voltaram a funcionar dez dias depois, quando chegou um único carregamento de combustível. Cerca de 100 peças de reposição, encomendadas para as turbinas, estão há oito meses no porto de Ashdod, em Israel, a espera de que as autoridades da alfândega israelense as liberem. Agora, Israel começou a leiloar as peças não liberadas, porque permanecem há mais de 45 dias no porto. Tudo feito conforme a legislação de Israel.



Durante a semana de 30/11, 394 mil litros de diesel industrial foram liberados para a estação de produção de energia: aproximadamente 18% do mínimo que Israel está legalmente obrigado a fornecer. Foi suficiente apenas para fazer funcionar uma turbina, por dois dias, antes de a estação ser novamente fechada. A Gaza Electricity Distribution Company informou que praticamente toda a Faixa de Gaza ficará sem eletricidade por períodos que variarão entre 4 e 12 horas/dia. Em vários momentos, haverá mais de 65 mil pessoas sem eletricidade.



Nem mais uma gota de óleo diesel (para geradores e para transporte) foi entregue essa semana (como já acontece desde o início de novembro); nem de gás de cozinha. Os hospitais em Gaza estão operando, ao que parece, com diesel e gás recebido do Egito, pelos túneis; ao que se diz, são produtos administrados e taxados pelo Hamás. Mesmo assim, dois hospitais em Gaza estão sem gás de cozinha desde 23/11.



Além dos problemas diretamente causados pelo sítio israelense, há os problemas criados pelas divisões políticas entre a Autoridade Palestina na Cisjordânia e a Autoridade do Hamás, em Gaza. Por exemplo, a CMWU, que fornece água para a região costeira de Gaza, que não é controlada pelo Hamás, é financiada pelo Banco Mundial via a Autoridade Palestina para a Água (PWA) em Ramállah; o financiamento destina-se a pagar o combustível para as bombas do sistema de esgotos de Gaza.



Desde junho, a PWA tem-se recusado a liberar o dinheiro, aparentemente porque entende que o funcionamento dos esgotos beneficiaria o Hamás. Não sei se o Banco Mundial tentou alguma intervenção nesse processo, mas, por hora, a UNRWA está fornecendo o combustível necessário, embora não tenha orçamento para essa finalidade. A CMWU também pediu autorização a Israel para importar 200 toneladas de cloro; até o final de novembro recebeu apenas 18 toneladas suficiente para o consumo de uma semana de água clorada. Em meados de dezembro, a cidade de Gaza e o norte da Faixa só tinha água por seis horas, a cada três dias.



Segundo a Organização Mundial de Saúde, as divisões políticas entre Gaza e a Cisjordânia também têm tido sério impacto sobre o abastecimento de remédios em Gaza. O ministério da Saúde da Cisjordânia (MOH) é responsável por comprar e distribuir quase todos os produtos farmacêuticos e cirúrgico-hospitalares usados em Gaza. E todos os estoques estão perigosamente baixos. No mês de novembro, várias vezes o ministério devolveu carregamentos recebidos por via marítima, por não haver espaço para armazenamento; apesar disso, nada tem sido entregue em Gaza, em quantidades suficientes. Na semana de 30/11, chegou a Gaza um caminhão com remédios e suprimentos médios, enviado pelo MOH em Ramállah; foi o primeiro, desde o início de setembro.



Está acontecendo aí, ante nossos olhos, a destruição de toda uma sociedade e nenhum clamor se ouve, além dos avisos da ONU, que são ignorados pela comunidade internacional.



A União Européia anunciou recentemente que deseja estreitar relações com Israel, pouco depois de as autoridades israelenses terem declarado abertamente que preparam a invasão, em larga escala, da Faixa de Gaza e de terem apertado ainda mais o bloqueio econômico, com o apoio, já nada tácito, da Autoridade Palestina em Ramállah. Essa, vê-se, está colaborando com Israel, em várias medidas. Dia 19/12, o Hamás deu oficialmente por encerrada a trégua (que Israel declarou que estaria interessado em renovar), porque Israel não suspendeu (nem diminuiu) o bloqueio.



Por quê, como, em que sentido, negar alimento e remédios à população de Gaza ajudaria a proteger os israelenses?



Por quê, como, em que sentido, o sofrimento das crianças de Gaza - mais de 50% da população são crianças! - beneficiaria alguém?



A lei internacional e a decência humana exigem que essas crianças sejam protegidas. Se Gaza cair, a Cisjordânia cairá depois.



(*) Professora do Harvard's Center for Middle Eastern Studies. Autora de Failing Peace: Gaza and the Palestinian-Israeli Conflict.



"If Gaza falls...", Sara Roy, London Review of Books, 1/1/2009, em http://www.lrb.co.uk/v31/n01/roy_01_.html © LRB. Tradução de Caia Fittipaldi, sem valor comercial, para finalidades didáticas.

Fonte

Una musica brutal

Ainda mais um pouquinho de tango. Agora vou postar a letra de uma das minhas músicas preferidas do Gotan Project:

Una Musica Brutal

Gotan Project

Descubrimos vos y yo
en el triste carnaval
una música brutal
melodías de dolor
Despertamos vos y yo
y en el lento divagar
una música brutal
encendió nuestra pasión
Dame tu calor
bébete mi amor

Tango

Uma das minhas obrigações nesse blog é exercitar a minha escritura. Mas o meu maior inimigo é o tempo. Mas escrever sobre as coisas que aprendo é necessário, aliás, somente escrever é necessário, faz bem para a minha saúde. E pra [in]sanidade também. Tentarei escrever pelo menos por meia hora por dia, algo bem sintético, só para saciar a minha vontade de todo dia, sempre insatisfeita. Durante anos, aliás, desde que me conheço por gente, sempre escrevi, todos os dias. Religiosamente. Tenho muitos cadernos rotos que comproovam isso. Então escrever sempre foi parte do meu cotidiano, assim como escovar os cabelos, comer, tomar banho. Devido a rotina massacrante do mundo moderno, escrever, bem como outras atividades deliciosas do meu dia foram deixadas de lado. Mas tentarei retomar essa.


Tango. Estou facinada por tango. Sempre gostei dessa "musica brutal, melodias de dolor", mas de uns tempos pra cá tenho estado facinada pela beleza e sensualidade da dança. Tomei uma decisão, vou aprender a dançar tango. Deixo-lhes aqui alguns links de vídeos maravilhosos no youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=bXhQNRsH3uc

http://www.youtube.com/watch?v=BbPZpbQzfW8&feature=related

também recomendo-lhes ouvir a banda chamada Gotan Project. É uma banda de tango eletrônico deliciosa.


Site oficial


Por fim, quem quiser ouvir as letras bonitas de tango, recomendo Carlos Gardel, um clássico do tango argentino:


Wikipédia