Eu sou a sombrada pálpebra na retina.fogo
Eu sou o intervalo em que o se encontra com a madeira.
As nervuras da pétala.


O apocalipse aconteceu tantas e tantas vezes...

80

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Perdão meus poucos e preciosos leitores. Estive em um final de semestre atribulado, muito latim. Mas cheggou ao fim. Pois tudo chega ao fim. O semestre morre, Michael Jackson morre, Farrah morre. No fim todos morrem. Amanhã pretendo postar o link de dois dicionários de latim que achei na net. pretendo postar porque tive um trabalho da porra pra achá-los, imagino que sejam os dois únicos dicionários de latim acadêmico disponíveis para o povo que fala português. Pois hj vou ver amigos :)

Dormi até não poder mais. Amanhã também pretendo arrumar o quarto, dar continuidade aos meus projetos, ler o will eisner que comprei, organizar as minhas coisas e tentar ser mais alegre.

Agora, vou dar um moonwalker de meia-calça fio anos 80, vestir minha jaqueta de couro com muito estilo e partir pra gélida e bohemia noite florianopolitana.

O que fazer quando se fica sem internet?

Postado por Quase-Físicoem Junho - 20 - 2009

Apesar de ter certeza, a priori, de que esse post será extremamente inútil, já que seu público alvo se encontra offline e longe de tentar resolver seus problemas com buscas no google, resolvi… mesmo assim… escrevê-lo. Afinal de contas, você que está lendo o post agora pode… um dia… PRECISAR!!!
PRECISAR MUITO MESMO!!!! POR QUE VOCÊ NUNCA SABERÁ QUANDO SEUS MALDITOS VIZINHOS VÃO GASTAR TODA A BANDA DA INTERNET DO SEU PRÉDIO! ( <--- medo!)

Preciso dizer que estou sem internet?
Ok.

O problema é o mesmo de sempre, internet caindo ou super - SUPER - lerda... tão lerda que enquanto você espera seu gmail abrir, em HTML no modo para conexões lentas, ideias macabras surgem espontaneamente em sua mente! Ideias como: cortar os pulsos imediatamente após clicar em login e fazer apostas consigo mesmo se você morre ou não esgotado antes de ver minha caixa de e-mails na tela! Freak não? =D ( <--- medo medo!)

Mas você, uma pessoa bem resolvida e equilibrada pode pensar em meios mais produtivos para passar o tempo. Deixando de lado toda essa frescura minha de abstinência de internet, AHHHH ÓDIO! TO SEM NET! vamos a algumas ocupações interessantes…

1) Ler um bom livro
Recorrer aos livros nunca é ruim e eles nunca vão te abandonar! E o melhor de tudo é que sempre existe um (na verdade MUITOS) feitos para você!
Desde que voltei de viagem do feriado com a internet assim, já li: O guia do mochileiro das galaxias (BOM livro, é ARTE!! Quero ler os outros!) e comecei a ler um que comprei num sebo no dia do Físico, Aerodinâmica de Helicópteros… ai ai…

2) Escrever um livro
Se mesmo com toda a variedade de livros existentes você ainda acha que não existe nada legal.. por que não escreve um? Ou talvez.. simplesmente escrever sobre um assunto que você gosta e entende bem! Faz bem! =D

3) Arrumar a casa
Isso é chato, mas perde fácil para ficar sem internet! Sem contar que minhas neuras de arrumação ajudam, mas arrumar a casa e dar aquela geral nas coisas não faz mal a ninguém! Uma vez que você nunca pode saber… quando um ou uma ilustre visita pode aparecer!

4) Construir/Consertar algo
Encontre aquelas coisas que você desmontou sem motivo e tente montar de voltar. Ou saia pela casa procurando coisas quebradas ou com mal funcionamento que estejam precisando de sua atenção. Dependendo do que você encontra… é diversão pra mais de horas!

5) Conhecer seus vizinhos
Ok! Confesso que tenho medo dessa opção, mas ela – não sei como – passou pela minha cabeça! Logo ela foi reprimida por minhas neuras e fobias sociais… porém, você pode ser uma pessoa normal e sem problemas com “lidar com estranhos”. Então… vá fundo! Faça um bolo e vá conhecer a galera…

6) Caminhar
Ar puro – cof cof – faz bem! Queima calorias e te deixa tooodo queimado também! (lembre-se do filtro solar!)
Arrumar amigos para caminhar com você é uma boa também! Sozinho é chato… ou não! Depende de você!

7) Organizar seus arquivos
Organize seu PC, você não tem nada melhor pra fazer ele mesmo… a menos que tenha jogos! Dai.. jogue!! =D

8 ) Escrever um post sobre o que você anda fazendo sem internet
Isso pode ser uma boa saída, mas nem todo mundo tem um blog para descarregar suas mágoas e traumas de vez em quando[1]. Mas nunca é tarde para começar um!

9) Estudar
Sim, o tédio pode chegar a níveis críticos em pouquíssimo tempo. As vezes a melhor opção (ou falta de) é estudar para aquela maldita matéria que você anda precisando de nota. Eu sei, é ruim, mas mais cedo ou mais tarde você teria que enfrentar isso mesmo… quer melhor oportunidade que agora? Afinal, você tem que ver o copo “meio cheio” – Você não está perdendo tempo online com estudo! Olha que demais! ¬¬

10) Ir na casa dos seus amigos postar o post que você escreveu offline
Hehehe… deixo aqui meus agradecimentos a essa alma iluminada que me permitiu publicar o post.

11) Ir ao mercado
Busca por mantimentos, suprimentos e todo tipo de itens necessários para enfrentar tragédias de cunho internético! Você nunca sabe por quanto tempo a internet ficará fora do ar… pense nisso!

12) Ir ao cinema
Umhum… chame seus amigos ou aquela moça nerd e ruivinha que senta lá na frente da sua aula! =D
Mas escolha bem o filme, não saia de casa sem saber o que está passando! Pode ser até mais trágico do que sua atual situação!

13) Conversar com seus amigos… PESSOALMENTE
Chame seus amigos para irem passar o tempo na sua casa… ou vá na casa deles! Tanto faz! O importante é rever a galera, colocar a conversa em dia e se lembrar dos rostos deles e definitivamente esquecer de que eles não tem a aparência dos avatares deles!

Acho que é isso! Ah! Eu também aproveitei para fazer mais QCD´s! Logo devem entrar mais delas no ar!

=/

Notas do Autor:

[1] Desculpem por esse post cheio de neuras pessoais, traumas e reclamações! Prometo que o próximo será isento disso! HUuhauhauha

PS: Não coloquei imagens nesse post em respeito as pessoas que como eu, estão sem internet ou com internet MUITO LENTA.



||| ANEXO I – NOVIDADES NO EFEITO ÁZARON |||
Outra coisa interessante de ficar sem internet é ficar pensando no blog e em coisas que você poderia fazer com ele. Assim surgiu a ideia de começar a publicar e comentar, bem ao estilo EÁ, notícias do mundo científico… e surgiu a < Á | News >, a mais nova categoria de posts do EÁ!
A primeira < Á | News > saiu ontem. Elas vão ficar junto com as caixinhas dos posts… como… qualquer outro post, que é o que elas são mesmo, mas vamos parar de falar sobre isso. Espero que gostem! ^^

Fonte: Efeito Ázaron


Pra quem já teve infância

Pra quem já teve infância
megazords-saindo-do-armario

Vida de Megazord não é fácil. Até mesmo um robô gigante defensor dos frascos e comprimidos tem problemas. Eles também passam por perrengues e ficam de pacová cheio vez ou outra. E isso pode refletir diretamente em sua opção sexual.

Não é fácil ser um robô machão o tempo todo. Tem horas que a sensibilidade está a flor da pele e a única saída é… Sair do armário. Por isso, palmas para o Gundam, que conseguiu se assumir!

pink-gundam-1

pink-gundam-2

Mentes distorcidas são capazes de cada coisa…

Via: Technabob

Fonte: Byte que eu gosto


Quem está por trás?

Quem está por trás?
Quem está por trás do que escrevo? Qual seria a consciência que me move? Não tenho resposta para essa pergunta. São vários seres. Tem aquele que me observa. Tem os monstros. Tem os que sofrem. Tem os sarcásticos. Tem meus personagens. Tem todo um império de consciências obliteradas em anos de filmes, música, literatura. De vivências. De alegrias, tristezas, vergonhas, glórias, pesadelos, sonhos, medos e amor. Não é uma história minha ou de alguém específico. É uma história de todos. C***********, essa é a palavra-chave da minha literatura.

Transformers Potato Head

Transformers Potato Head
Eu quero! Eu quero! O Optmus Pride ou o Megatron!

transformers-potato-head

Os bonecos Potato Head, aquelas batatinhas simpáticas que se desmontam todas e permite que você faça diversas caretas são brinquedos ‘das antrola’ (antigos). São muito legais. Passeando pela Fnac da Av. Paulista certa vez, me deparei com diversos modelos, desde Indiana Jones até Star Wars.

Esses daqui então nem se fala, são Potato Heads Transformers! Não, eles não se vestem de mulher e vendem o corpo pra ganhar a vida, estou me referindo aos Transformers, aqueles caminhões e carros modafoca que viram robôs gigantes e combatem o mal!

optimus-potato

bumblebee-potato

Os bonequinhos custam apenas US$15. Curti o Optimus Prime, mas o Bumblebee é meio feioso. Parece uma siriguela.

Via: Walyou

Fonte: Byte que eu gosto

"Resposta a uma questão sobre o sujeito" por Gilles Deleuze

"Resposta a uma questão sobre o sujeito" por Gilles Deleuze

Por essas e outras que amo Deleuze.

"Resposta a uma questão sobre o sujeito" por Gilles Deleuze


Um conceito filosófico cumpre uma ou várias funções, nos campos de pensamento que são, também eles, definidos por variáveis interiores. Há, enfim, variáveis exteriores (estados de coisas, momentos da história) em uma relação complexa com variáveis internas e funções. Significa dizer que um conceito não nasce e não morre por prazer, mas na medida em que novas funções em novos campos relativamente destituem-no. É por isso também que não é nunca interessante criticar um conceito: é melhor construir novas funções e descobrir novos campos que o tornem inútil ou inadequado.

O conceito de sujeito não escapa a essas regras. Ele já cumpriu suas funções: inicialmente, uma função de universalização, em um campo no qual o universal não era mais representado por essências objetivas, mas por atos poéticos ou lingüísticos. Nesse sentido, Hume assinala um momento importante na filosofia do sujeito, porque ele invoca atos que ultrapassam o dado (o que se passa quando digo “sempre” ou “necessário”?). O campo correspondente, desde então, não é mais, absolutamente, o do conhecimento, mas, antes, o da “crença”, como nova base do conhecimento: sob quais condições uma crença é legítima, segundo a qual eu digo mais do que aquilo que me é dado? Em segundo lugar, o sujeito cumpre uma função de individuação, em um campo no qual o indivíduo não pode ser uma coisa nem uma alma, mas uma pessoa, viva e vivida, falante e falada (“eu-tu”). Esses dois aspectos do sujeito, o Eu universal e o Mim individual, estão necessariamente ligados? Mesmo ligados, não existe conflito entre eles, e como resolver esse conflito? Todas essas questões animam aquilo que se pode chamar de filosofia do sujeito, já em Hume, mas também em Kant, que confronta um Eu como determinação do tempo e um Mim como determinável no tempo. Em Husserl ainda, questões análogas se porão na última das Meditações cartesianas.

Pode-se atribuir novas funções e variáveis capazes de causar uma mudança? Trata-se de funções de singularização que invadiram o campo do conhecimento, em favor de novas variávies de espaço-tempo. Por singularidade, é preciso não entender alguma coisa que se oponha ao universal, mas um elemento qualquer que pode ser prolongado até a vizinhança de um outro, de maneira a formar uma junção: trata-se de uma singularidade no sentido matemático. O conhecimento e mesmo a crença tendem, pois, a ser substituídos por noções como “agenciamento” ou “dispositivo”, que designam uma emissão e uma repartição de singularidades.

São essas emissões, do tipo “lance de dados”, que constituem um campo transcendental sem sujeito. O múltiplo se torna o substantivo, multiplicidade, e a filosofia à teoria das multiplicidades, que não remetem a nenhum sujeito como unidade prévia. O que conta não é mais o verdadeiro nem o falso, mas o singular e o regular, o remarcável e o ordinário. É a função de singularidade que substitui a de universalidade (em um novo campo que não tem mais utilidade para o universal). Vê-se isso até mesmo no direito: a noção jurídica de “caso”, ou de “jurisprudência”, destitui o universal, em favor de emissões de singularidades e de funções de prolongamento. Uma concepção do direito fundada na jurisprudência dispensa todo “sujeito” de direitos. Inversamente, uma filosofia sem sujeito apresenta uma concepção do sujeito fundada na jurisprudência.

Correlativamente, talvez, se impuseram tipos de individuação que não eram mais pessoais. Pergunta-se sobre o que faz a individualidade de um acontecimento: “uma vida, uma estação, um vento, uma batalha, cinco horas da tarde...”. Pode-se chamar de hecceidadade ou ecceidade essas individuações que não constituem mais pessoas ou mins. E surge a questão de saber se não somos essas heceidades em vez de mins. A filosofia e a literatura anglo-americana são, a esse respeito, particularmente interessantes, porque elas se destacam, freqüentemente, por sua incapacidade por encontrar um sentido atribuível à palavra “mim”, exceto o de uma ficção gramatical. Os acontecimentos colocam questões de composição e de decomposição, de velocidade e de lentidão, de longitude e de latitude, de potência e de afetos muito complexas.

Contra todo personalismo, psicológico ou lingüístico, eles implicam a promoção de uma terceira pessoa, e mesmo de uma “quarta” pessoa do singular, não-pessoa ou Ele, na qual nos reconhecemos melhor, nós mesmos e nossa comunidade, do que em vãs trocas entre um Eu e um Tu. Em suma, cremos que a noção de sujeito perdeu muito de seu interesse em favor de singularidades pré-individuais e de individuações não-pessoais. Mas, precisamente, não é suficiente opor os conceitos entre si para saber qual é o melhor. É preciso confrontar os campos de problemas aos quais eles respondem, para descobrir sob quais forças os problemas se transformam e exigem, eles próprios, a constituição de novos conceitos. Nada do que os grandes filósofos escreveram sobre o sujeito envelhece, mas esta é a razão pela qual nós temos, graças a eles, outros problemas a descobrir, em vez de efetuar “retornos” que mostrariam apenas nossa incapacidade em segui-los. A situação da filosofia não se distingue, aqui, fundamentalmente, da situação das ciências e das artes.

Gilles Deleuze

Tradução de Tomaz Tadeu da Silva

Fonte: Intermídias

O rock e suas vertentes

O rock e suas vertentes

O rock e suas vertentes

quarta-feira, 27 de maio de 2009 às 19:14

Photographyas

Para entender as diferentes vertentes do Metal e do Rock, vamos imaginar uma situação e seus respectivos desfechos na abordagem de cada estilo.

“No alto do castelo, há uma linda princesa - muito carente - que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão”…

HEAVY METAL:
O protagonista chega no castelo numa Harley Davidson, mata o dragão, enche a cara de cerveja com a princesa e depois transa com ela. Posteriormente se separam quando ela descobre que ele transou com uma groupie.

METAL MELÓDICO:
O protagonista chega no castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor.

THRASH METAL:
O protagonista chega no castelo, duela com o dragão, salva a princesa e transa com ela.

POWER METAL:
O protagonista chega brandindo sua espada e trava uma batalha gloriosa contra o dragão. O dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé, banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios e transa com ela.

FOLK METAL:
O protagonista chega acompanhado de vários amigos e duendes tocando acordeon, alaúde, viola e outros instrumentos estranhos. Fazem o dragão dormir depois de tanto dançar, e vão embora, sem a princesa, pois a floresta está cheia de ninfas, elfas e fadas.

VIKING METAL:
O protagonista chega em um navio, mata o dragão com um machado, assa e come. Estupra a princesa, pilha o castelo e toca fogo em tudo antes de ir embora.

BLACK METAL:
Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragão e empala em frente ao castelo. Sodomiza a princesa, a corta com uma faca e bebe o seu sangue em um ritual até matá-la. Depois descobre que ela não era mais virgem e a empala junto com o dragão.

DEATH METAL:
O protagonista chega, mata o dragão, transa com a princesa, mata a princesa e vai embora.

GORE:
Chega, mata o dragão. Sobe no castelo, transa com a princesa e a mata. Depois transa com ela de novo. Queima o corpo da princesa e transa com ele de novo.

SPLATTER:

Chega, mata o dragão, abre-o com um bisturi. Sodomiza a princesa com as tripas do dragão. Abre buracos nela com o bisturi e estupra cada um dos buracos. Tira os globos oculares da princesa e estupra as órbitas. Depois mata a princesa, faz uma autópsia, tira fotos, e lança um album cuja capa é uma das fotos.

DOOM METAL:

Chega no castelo, olha o tamanho do dragão, fica deprimido e se mata. O dragão come o cadáver do protagonista e depois come a princesa.

WHITE METAL:

Chega no castelo, exorciza o dragão, converte a princesa e usa o castelo para sediar mais uma “Igreja Universal do Reino de Deus”.

NEW METAL:

Chega no castelo se achando o bonzão e dizendo o quanto é bom de briga. Quer provar para todos que também é foda e é capaz de salvar a princesa. Acha que é capaz de vencer o dragão; perde feio e leva o maior cacete. O protagonista New Metal toma um prozak e vai gravar um disco “The Best Of”.

GRUNGE:
Chega drogado, escapa do dragão e encontra a princesa. Conta para ela sobre a sua infância triste. A princesa dá um soco na cara dele e vai procurar o protagonista Heavy Metal. O protagonista grunge sofre uma overdose de heroína.

ROCK N’ROLL CLÁSSICO:
Chega de moto fumando um baseado e oferece para o dragão, que logo fica seu amigo. Depois acampa com a princesa numa parte mais afastada do jardim e depois de muito sexo, drogas e rock n roll, tem uma overdose de LSD e morre sufocado no próprio vômito.

PUNK ROCK:
Cospe no dragão, joga uma pedra nele e depois foge. Pixa o muro do castelo com um “A” de anarquia. Faz um moicano na princesa e depois abre uma barraquinha de fanzines no saguão do castelo.

EMOCORE:
Chega ao castelo e conta ao dragão o quanto gosta da princesa. O dragão fica com pena e o deixa passar. Após entrar no castelo ele descobre que a princesa fugiu com o protagonista Heavy Metal. Escreve uma música de letra emotiva contando como foi abandonado pela sua amada e como o mundo é injusto.

PROGRESSIVO:
Chega, toca um solo virtuoso de guitarra de 26 minutos. O dragão se mata de tanto tédio. Chega até a princesa e toca outro solo que explora todas as técnicas de atonalismo em compassos ternários compostos aprendidas no último ano de conservatório. A princesa foge e vai procurar o protagonista Heavy Metal.

HARD ROCK:
Chega em um conversível vermelho, com duas loiras peitudas e tomando Jack Daniel’s. Mata o dragão com uma faca e faz uma orgia com a princesa e as loiras.
ou
HARD ROCK (2):
Sobe no castelo e mata o dragão jogando uma TV lá de cima pela janela.

HARDCORE
Chega de skate, organiza um protesto em frente ao castelo contra a ditadura dos dragões. Sobe na torre, transa com a princesa e grava um álbum com 25 faixas de 2 minutos cada descendo o pau no governo.
ou
HARDCORE (2)
O protagonista Hardcore chega bangueando, coloca o dragão na roda, o enche de chutes e o derruba no fosso. Sobe todo o castelo, e dá um mosh da torre mais alta.

GLAM ROCK:
Chega no castelo. O dragão rí tanto quando o vê que o deixa passar. Ele entra no castelo, rouba o hair dresser e o batom da princesa. Depois a convence a pintar o castelo de rosa e a fazer luzes nos cabelos.

INDIE ROCK:
Entra pelos fundos do castelo. O dragão fica com pena de bater em um nerd franzino de óculos e deixa ele passar. A princesa não aguenta ouvir ele falando de moda e cinema, e foge com o protagonista Heavy Metal.

NEW WAVE

Ao chegar no castelo mata o dragão e doa toda a sua carne às familias pobres da África.

GOTHIC METAL
Chega no castelo e monta uma banda com a princesa e o dragão fazendo vocais líricos e guturais respectivamente.

Fonte: Capinaremos