Estou escrevendo uma novela e estou achando uma delícia escrevê-la. Hoje, no ônibus, ou mesmo as vezes, lendo coisas por aí, começo a pensar em como colocá-las dentro do livro. O livro, além dele, terá uma mistureba de canções, imagens, poesias, textos jornalisticos, textos de classificados, frases de conhecidos, latidos, todo um séquito de coisas efêmeras e gloriosas, todas perfeitamente ali. Enfim...
Mas o que mais me surpreendeu hoje foi eu ter me deparado com a seguinte realidade: Meus personagens tem vida própria e personalidade própria! Sim, pois eu os construí de uma maneira, mas parece que aos poucos eles vão se revelando para mim, e de uma forma surpreendente. E vão insistindo em viver e ter suas opiniões, seus movimentos. Eu escrevi toda a estrutura do livro, e lentamente vou tecendo seus capítulos, escrevendo-os, rescrevendo-os. Este livro possui, estruturalmente, umas particularidades e uma lógica que se percebe aos poucos. Estou feliz da vida com isso. Então, o Gregório está me surpreendendo, óió.
Estou reescrevendo muitas vezes o segundo capítulo, que é quando ele aparece pela primeira vez, daquele jeito dele. É muito bom escrever, e eu tenho pensado muito nisso.
Finalmente um vício bom. Pra mim pelo menos.
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