O que que mudou?

Gente, estou trabalhando nas transcrição de atas secretas da ditadura, especificamente em uma que está caçando os direitos políticos de certos deputados corruptos da época e também com idéias comunistas e subversivas. Eu vou postar um trecho da ata secreta e uma reportagem atual para vocês darem uma comparada no que que mudou...

Em 1969

Passemos agora ao Estado da Bahia com MARCELO FERREIRA DUARTE GUIMARÃES, Deputado Estadual
pelo MDB.-------------------------------------------------------------------------...............................................................................
SECRETARIO-GERAL DO CONSELHO
DE SEGURANÇA* NACIONAL - Relatório de Investigação Sumária - IV Ex
Em 5 Fev 69 - O Deputado MARCELO DUARTE ,




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já desde a sua juventude, quando ainda estudante de Direito era um simpatizante
das idéias marxista-leninistas, quando no "O MOMENTO" de 3 Jan 51, assinou o mani
festo em que reconhecia o direito de PRESTES expor e debater livremente suas i
déias. Acrescentando ainda que e preferível ser o Partido Comunista uma institui-
ção legalizada, evitando a sua atuação clandestina. - Faz graves acusações aos
dois Govêrnos revolucionários, taxando-os como anti-democraticos e a serviço dos
grupos estrangeiros. - Disse em um discurso na Assembléia (17 Set 68), que as Fôr
ças Armadas, se instalaram, pela primeira vez em nossa História, no Poder, arvo
rando-se à condição de tutores da nacionalidade brasileira, e, o fizeram em nome
de uma doutrina de segurança nacional, que nao faz outra coisa, que atrelar os in
terêsses nacionais aos interêsses estrangeiros, principalmente norte-americanos .
Declara ainda em outro discurso de 17 de novembro de 1968,que os Govêrnos que tí
nhamos ate então eram estranhos ao povo, mas que os de 1964 para cá, não são es
tranhos ao povo, são desgraçadamente estrangeiros. Diz mais ainda, em seu discur
so de 6 de setembro de 1968, que o "golpe de 64, ficara na História de nossa Pá
tria, como uma das manchas mais negras, pelo que há de subserviência, de entreguis
mo, de servilismo aos interêsses estrangeiros". - Declarou no seu discurso de 1°
de outubro de 1968, que "se estivesse ao meu alcance entregar a púrpura cardinali
cia a alguém ou a algum dentre estes tão eminentes prelados, eu, induvidosamente o
faria a Dom HÉÊLDER CÂMARA, por ver nele a figura mais exponencial do clero latino-
americano, e não apenas do clero brasileiro, o qual se alinha, conforme aqui vimos
nas fileiras de renovação da Igreja, inclusive no particular da luta dos povos sub
desenvolvidos para se liberarem do neo-colonialismo. Como também estamos empenha
dos nesta luta, sentimos que a expressão mais eloqüente desta posição da Igreja
no Brasil, é, sem dúvida, Dom HÉLDER CÂMARA". - Pelos seus discursos na Assem
bléia Legislativa, pelo seu depoimento, e por contradições verificadas entre aquê-
les e este, nota-se, perfeitamente que o Deputado MARCELO DUARTE, defende a sua
ideologia evidenciando-se como um elemento atuante de extrema esquerda, pois os
seus atos têm sido coerentes desde a sua juventude, como estudante universitário
até a sua ação como parlamentar na Assembléia do Estado, É um intransigente acusa-
dor do movimento revolucionário de 31 de março de 1964, que o considerou como um
golpe traiçoeiro contra o sistema democrático brasileiro, contra o povo e as insti
tuições, e principalmente por caracterizar um Govêrno a serviço do imperialismo a
mericano. É um deputado que se notabiliza por grande atividade parlamentar, eviden
ciada por uma gama de discursos que comprovam a sua capacidade intelectual e os
seus conhecimentos jurídicos e principalmente como professor de Direito da Faculda
de de Direito da Bahia. Entretanto, observa-se que o seu trabalho legislativo e mo
bilizado quase exclusivamente no sentido de atacar o sistema político atual, criti
cando de maneira impiedosa todos os atos do Govêrno que visem impedir o processo
de desenvolvimento e expansão das idéias de extrema-esquerda. Pouco ou quase nada
de objetivo tem realizado em prol do povo e das instituições, sua ação parlamen-






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tar e de uma verbosidade sem objetividade construtiva. Ao lhe ser perguntado se
apresentou algum projeto que visasse o bem-estar da coletividade, respondeu que ,
apoiou o Govêrno naquilo que julgou ser de interêsse do povo. - A copiosa documen
tação anexa poderá comprovar o trabalho e a vida do Deputado MARCELO, traçando com
nitidez o seu perfil ideológico e as suas tendências esquerdistas. - Busca parti
cularmente, a "intimidação intelectual dos democratas" pela criação de um ambien
te desfavorável ao anticomunismo. Associa o anticomunismo ao chamado imperialismo
norte-americano, identificando-o como reacionário a muitas idéias que, como sabe
mos, na realidade, constituem inegàvelmente aspirações nacionais. - Como técnica
comunista, o Deputado se apresenta aos menos avisados parecer um democrata liberal
ou um nacionalista patriota, haja visto haver concentrado seus ataques utilizando
chavões de ha muito conhecidos como comunizantes. Entre muitos podemos citar o que
considera que a atual dependência política econômica do Brasil resulta fundamental
mente, das ligações espúrias entre os grupos estrangeiros e govêrno brasileiro. É
um agitador de rua dos mais veementes, caracterizando-se como um líder esquerdis-
ta de grande penetração no meio universitário face a comprovação de uma testemunha
cujo depoimento se encontra anexo, e que a muito acompanhava a sua participação nas
passeatas estudantis, sendo de fácil identificação face a um defeito físico que
apresenta em uma das mãos. É sem duvida um dos mentores do movimento estudantil ,
fornecendo-lhe o respaldo necessário para que êle prolifere e atinja as propor -
ções que alcançou aqui em Salvador, - Procurou imprimir um sentido extra parlamen
tar de atividades conjuntas com operários, estudantes durante as comemorações de
19 de maio, sem contudo, segundo declara atingir aos fins propostos. - Realiza a
pressão pacífica dentro e fora da Assembléia apoiando a corrente que de diz na
cionalista e progressista. - Proclama alto e a bom som a completa libertação eco
nômica e política da dependência em relação ao imperialismo norte-americano e pa
ra tanto faz graves acusações a Revolução, tachando-a de entreguista e lesiva aos
interêsses nacionais, representados na pessoa do ex-Presidente CASTELO BRANCO.- U
sa conceitos verdadeiros, empregando uma técnica diabólica, difícil de neutrali -
zar, pois apoia-se, essencialmente, na conquista de simpatizantes por idéias ge
ralmente bem aceitas, caracterizando-se assim, em face da indiferença da maioria
democrática, a liderança de uma minoria atuante e comunizante. - Através de seus
discursos, às vêzes apressenta uma visão deformada dos acontecimentos e dos fa
tos para desprestigiar as instituições nacionais, desmoralizar os poderes, gerar
a desconfiança e inquietação, insuflar o descontentamento e incentivar a rebelião
Desvia-se de suas finalidades precípuas e democráticas conduzindo o debate para o
caminho da subversão política e da desordem. Todas as suas ações, se examinadas i
soladamente, desvinculadas do ambiente geral, poderão aparentar uma natureza des
tituída de importância subversiva. É preciso, entretanto desmarcarar-lhe os inten
tos ocultos e desencorajar-lhes a prática criminosa, impedindo que a liberdade de
mocrática da construção e do progresso seja realizada para a destruição e o re
trocesso. Ofício n° 36-CAI, Cmt IV Ex. Em 5 Fev 69 - Baseado em Relatório de In





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vestigação Sumária o Comandante do IV Exército julga que o Deputado MARCELO DUAR
TE GUIMARÃES deve ser enquadrado no Ato Institucional n° 5, de 13 de dezembro de
1968 e ter seu mandato cassado, seus direitos políticos suspensos, bem como, ser
demitido do cargo de professor da UFB. MANIFESTO, de 14 Out 66 - Cuja autoria lhe
é atribuída. "POR QUE OS ESTUDANTES BRASILEIROS DEVEM VOLTAR ÀS RUAS? Causou gran
de impacto aos estudantes baianos o conteúdo do manifesto divulgado pela UEB ( 3
Out 66), em que esta entidade procura justificar a recente mudança de posição da
UNE, com relação às manifestações estudantis em todo o País. Isto porque, no mo
mento em que as grandes massas estudantis se empenham firmemente na mais compacta
luta, nacionalmente travada, de desmascaramento da Ditadura de CASTELO BRANCO,que
humilha e esmaga os brasileiros, a União Nacional dos Estudantes se afasta do pá
reo, alegando que as manifestações estudantis "estariam criando um clima favorá -
vel ao golpe... encabeçado por LACERDA e pela jovem oficialidade fascista das Fôr
ças Armadas". Se nos permitem os companheiros da UNE e da UEB, argumentos como ês
tes com que vocês procuram justificar a suspensão das manifestações estudantis são
destituídos de qualquer fundamento. Porque, companheiros, em primeiro lugar, um re
cuo desta espécie arrefece o espírito de luta dos estudantes, levando-os a acredi
tar que suas lideranças enveredam por caminhos oportunistas, recuando com mêdo da
luta de massa. Em segundo plano, a afirmação de que pairava o perigo de um golpe
fascista avança o jocoso perante os estudantes, porque parece ignorar que o golpe
fascista já foi desfechado no Brasil com a quartelada de abril de 1964. E ficacla
ro que os companheiros se colocam numa opção entre LACERDA e CASTELO, quando nao
existe diferença alguma entre êsses dois desprezíveis verdugos do imperialismo. Gol
pe fascista "sui generis" foi o golpe de 1° de abril, que atrelou o nosso País aos
sinistros designios do imperialismo norte-americano, enquanto internamente sufoca
e oprime os brasileiros. Já poucos duvidam de que vivemos sob o pior tipo de dita
dura: enquanto êsse govêrno lacaio executa as mais intoleráveis arbitrariedades ,
contra os anseios de nosso povo, procura mascarar-se debaixo de tôda espécie de
farsa e mentiras, como ocorre com o deboche eleitoral. A ditadura insiste em dar
ao povo a ilusão de que vive num "regime democrático", enquanto, por outro lado ,
continua tomando medidas profundamente reacionárias e antipopulares - que só favo
recem as minorias privilegiadas vinculadas aos monopólios internacionais. E não
estamos dizendo nenhuma novidade. Por isto, caros companheiros da UNE e da UEB,vo
cês não podem e não devem concorrer para um infeliz e desastroso recuo dos estudan
tes nesta luta histórica de desmascaramento da Ditadura. Nos dias atuais, nem se
pode "parar para pensar". Deve-se aprender a PENSAR LUTANDO, pois é na luta que
se aprende a pensar. Mesmo porque, companheiros da UNE e da UEB, vocês não podem
assegurar que LACERDA deixará de dar seu golpe pelo fato de os estudantes abando
narem as ruas - e outra possível quartelada será tanto pior se encontrar os estu
dantes e as massas desprevenidas. Qualquer recuo do movimento estudantil será to
mado pelos estudantes como sinal de incapacidade das lideranças e só aproveita aos





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inimigos do povo brasileiro que - animados por êsses recuos - mais e mais intensi
ficarão suas investidas contra os interêsses nacionais e contra os estudantes. A
luta estudantil e nosso País no momento se reveste de imenso significado para os
trabalhadores brasileiros que - com seus instrumentos de luta legal destroçados
pelo golpe de abril (sindicatos, confederações, CGT, etc.) - ainda se encontram
na defensiva. E é a luta estudantil que, demonstrando de fato ser possível enfren
tar os "atos" e cacetetes da ditadura, levanta o moral das classes oprimidas e a
juda-as a colocar-se na ofensiva, mostrando ao povo o verdadeiro caminho de sua li
bertação. O problema fundamental do momento é ORGANIZAÇÃO. E com o estímulo da lu
ta dos estudantes, os trabalhadores mais cedo poderão organizar-se - Dentro e fo
ra dos Sindicatos - onde de fato travarão a luta decisiva pela libertação nacio -
nal. Dêste modo, companheiros da UNE e da UEB, as massas estudantis precisam e de
vem prosseguir na luta. Não podem e não devem recuar de espécie alguma no momento.
Seu lugar de honra é nas ruas juntamente com os trabalhadores. Se por acaso seus
líderes atuais recuarem frente à Ditadura, passarão para a retaguarda, porque no
processo de luta surgirão novas lideranças, que não recuarão diante dos momentos
mais difíceis que virão. Os estudantes brasileiros querem e devem voltar as ruas-
e imediatamente - para protestarem contra a "universidade paga" e contra as dis
criminações e violências da ditadura, que arrasta o Páis ao obscurantismo. Abaixo
a Ditadura! O Recuo das Lideranças é Traição ao Movimento Estudantil". Informação
n° 246/CENIMAR. Em 6 Mar 69 - Desde os tempos de estudante tem demonstrado clara
tendência comunista. - Assinou vários manifestos esquerdistas como seja: de apoio
à reunião do Conselho Nacional do Movimento Brasileiro dos Partidários da Paz;dos
estudantes de Direito em defesa de PRESTES; de apoio ao registro do PCB; dos inte
lectuais baianos contra as violências policiais durante à repressão às manifesta-
ções estudantis na Guanabara e outros Estados. - Preso durante a Revolução e afas
tado do cargo de Procurador-Geral da Justiça do Estado - atividades subversivas .
- Ligado a "Ação Popular". - Preso em decorrência da promulgação do AI-5. Extrato
de Prontuário do SNI. Em 1965 - Foi indiciado no IPM (setor de ensino) realizado
na cidade de Salvador/BA. Em 1968 - Foi elemento atuante nas manifestações de rua,
em Salvador, insuflando estudantes, durante os episódios decorrentes da morte de
EDSON LUIZ; na Guanabara. - Fêz repetidos pronunciamentos, anunciando que o "MDB
lançará uma campanha de âmbito nacional poupando a PETROBRÁS da ameaça de extinção’!
- Participou da chamada Comissão de Mobilização Popular do MDB/BA. - Apresentou
veemente protesto contra a condecoração que o Govêrno Brasileiro ia conceder ao
General Americano WESTMORELAND. Afirmou que, caso isso acontecesse, seria uma a
fronta à memória de CAXIAS, tal concessão. Em 1969 - Pronunciou-se contra a cassa
ção do Deputado MÁRCIO MOREIRA ALVES (Deputado Federal MDB/GB). - Comunista ficha
do. - Altamente subversivo. - Apoiou e insuflou os estudantes nas manifestações
de rua, em Salvador. - Fêz inúmeros pronunciamentos contrários aos postulados da
Revolução de março de 1964. Trecho da Carta do Cmt da 6a RM. Considera-o como co
munista e incitador de estudantes para a baderna.


Em 2009

Sede de organização anarquista no Sul do Brasil é invadida pela polícia

[A sede da Federação Anarquista Gaúcha (FAG) foi invadida por dezenas de policiais ontem (29), por volta das 16 horas. A ação policial, sob um mandado de busca e captura, visava recolher material de propaganda contra a governadora do Rio Grande do Sul Yeda Crusius, que decidiu mover uma ação por injúria, calúnia e difamação contra ativistas da organização anarquista. No local da FAG, na rua Lopo Gonçalves, Cidade Baixa, os policiais apreenderam vários materiais de propaganda, documentos e um computador. Integrantes da FAG prestaram depoimentos na 17ª Delegacia Policial e foram liberados. A governadora do Rio Grande do Sul é acusada de estar envolvida em uma série de escândalos de corrupção que atingiu o seu governo e resultou no afastamento de quatro secretários estaduais. Contudo, no dia 20 de outubro, a Assembléia Legislativa gaúcha aprovou relatório de comissão especial que propôs arquivar processo de impeachment contra a governadora. A seguir três comunicados públicos da FAG.]

1º Comunicado

Neste exato momento ? quinta-feira, 29 de outubro de 2009, a partir das 16 horas - a Polícia Civil do RS sob o comando da governadora Yeda Crusius promove diligência na sede da Federação Anarquista Gaúcha (FAG). O mandado de segurança do governo busca apreender material de propaganda política contra o governo acusado de corrupção. Os cartazes abordam o empréstimo junto ao Banco Mundial e o assassinato do sem-terra Eltom Brum. Este ato é pura provocação do Executivo gaúcho, atravessado por atos de corrupção e situações até hoje sem explicação, como a morte de Marcelo Cavalcante em fevereiro desse ano. Convocamos as forças vivas da esquerda gaúcha para reagirmos de forma unificada contra mais esse desmando.

Solidariamente,

Federação Anarquista Gaúcha (FAG)

2º Comunicado

Material de propaganda e CPU da FAG apreendidos

Nesse momento, quinta-feira, 29 de outubro, 2009, às 17h31, temos compas respondendo na 17ª DP, localizada na rua Voluntários da Pátria, 1500, perto da Rodoviária de Porto Alegre. A Polícia Civil apreendeu material impresso, chapas de cartazes e inclusive a CPU do computador da sede. Isso se trata de uma conspiração oficial para atacar uma das forças da esquerda não parlamentar e com base social real no RS!

Era de se esperar uma reação como essa, em função da FAG sempre haver atuado com modéstia mas tenacidade, sendo das mais aguerridas em todas as circunstâncias na defesa dos interesses e objetivos estratégicos do povo gaúcho. Vamos fazer uma denúncia pública e provar para as classes oprimidas do RS a natureza desse ataque vil sob ordem de um governo acusado dos mais graves crimes.

Não tá morto quem peleia!
Federação Anarquista Gaúcha (FAG)
3º Comunicado

Toda a solidariedade para com a FAG! Antes a repressão foi contra o sem terra Eltom, hoje é na sede da FAG, amanhã quem será?

A repressão do governo Yeda foi além do esperado. Dois compas foram processados e responderam a processo de parte de um governo acusado de dezenas de crimes, e alvo de investigações federais em seqüência. Até a repressão do Estado liberal-burguês vê a esta gestão como alegando investigar uma propaganda contra a sua gestão, a polícia civil do RS apreendeu documentos internos da Federação Anarquista Gaúcha, intimou aqueles que mesmo prestando apenas a sua solidariedade constavam de registros da página de internet da organização. Não bastasse a apreensão da CPU e do backup do computador, levaram documentos internos (como ata de reuniões), material de propaganda público e até os resíduos que estavam na lixeira da sede.

Imediatamente a solidariedade de classe se fez notar, repercutindo no Rio Grande do Sul, por todo o Brasil, na América Latina e, a partir da Espanha, por organizações anarquistas e movimentos populares de todo o mundo.

Pedimos a solidariedade de companheiras e companheiros para difundirem e
traduzirem esta três notas em seqüência.

Solidariamente,

Federação Anarquista Gaúcha (FAG)
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Kelly Kill

ntumbuluku é Segunddo Houaiss: n substantivo masculino Regionalismo: Moçambique (Sul). a origem da Natureza e da Humanidade Eu sou a Kelly Zeferino

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