Vou iniciar mais uma categoria para o meu post: White Rabbit. Existe uma música do Jefferson Airplane, chamada White Rabbit e várias versões fantásticas dela e quero postá-las nesta categoria. Agora vamos falar um pouquinho sobre a música. No entanto, para mais detalhes dela clique aqui.
Na minha opinião, a versão original é a melhor de todas. A música mistura Alice no País das Maravilhas com LSD. Eles trazem, para época, uma nova proposta de Alice, alguém "que usa substâncias desconhecidas para mudar a si mesma". Era uma visão muito interessante, de abrir as portas da percepção (outros artistas daquela época também traziam esta proposta, como a banda The Doors, o autor Carlos Castañeda etc.).
Ó, tá aí a música do Jefferson Airplane:
Acho essa música linda :)
Na minha opinião, acho que a experiência lisérgica deveria ser uma experiência cotidiana. E não estou falando em usar drogas, o que eu quero dizer é que nós precisamos abrir mais a nossa perceção às coisas e pessoas ao nosso redor. As vezes fechamos tanto o nosso pensamento e nossos sentidos ao que é "cotidiano", que não conseguimos enxergar as coisas maravilhosas que acontecem ao nosso redor. O olhar também é uma escolha. Escolher para o que olhar também constrói a nós mesmos. De vez em quando é bom escolher a pílula vermelha que Morpheus oferece (no filme matrix), prestar atenção na nossa intuição e nos desapegarmos de valores que nos são empurrados. Seguir seus desejos, seu coração é uma forma de viver mais deliciosa do que se apegar a valores prontos (enlatados da moral).
Então, você vai escolher o quê? Fazer da vida uma delicinha ou viver a partir do olhar dos outros?
Peace and love, já diziam nossos velhos. Eu ainda diria mais: mente serena e corações apaixonados por esse milagre que é estar vivo :)
2 comentários:
Mente serena, olhos abertos e coração apaixonado, sempre. :)
A versão original é excelente e traduz bem o que vc falou... mas confesso que a minha preferida ainda é a do Collide. ♥
"One pill makes you larger
And one pill makes you small
And the ones that mother gives you
Don't do anything at all"
Esse verso tem toda a moral enlatada que você citou. A pílula que o desconhecido oferta pode ser bem mais proveitosa que aquela que a "mãe" Sociedade te faz engolir.
A versão original faz a gente ficar meio devagar para acompanhar a batida do baixo - lembre-se que o som querido baixo é quase o nosso retumbar cardíaco - e dá um toque mais whooooooooa quê esso aqui? pra essa música.
Concordo com dona Betina, a versão do Collide é a melhor, mas a de Emiliana Torrini lá no Sucker Punch foi mind blowing!
Tagarelando demais aqui, mas já marquei nos favs - prepare-se, pois você criou uma post stalker xDDD
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